O vírus transmitido pelo mosquito aedes aegypti pode estar com os dias contados. Num prazo de três anos, o Brasil terá uma vacina contra a dengue.
A informação partiu do presidente da Fundação Butantan, Isaias Raw. Segundo o responsável técnico pelo Centro de Biotecnologia é esperado que o país tenha um antídoto eficaz contra a doença no final de 2010.A vacina contra a dengue já existe nos Eua, mas ainda não foi testada. Dessa forma haverá uma parceria entre os institutos Butantan e o National Institute of Health (NIH), Adolfo Lutz e outras instituições como o as faculdades de medicina da USP e da Santa Casa para que sejam realizados ensaios clínicos, com a possibilidade da construção de uma fábrica.
A imunização da dengue será possível em quatro tipos do vírus, incluindo o que é conhecido no Brasil, o sorotipo 4. Após a realização de três ensaios em busca da melhor dosagem. A primeira esperiência será feita em São Paulo e em seguida a regiões onde há maior proliferação da doença.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
COMBATE A MOSQUITO DA DENGUE
O vírus transmitido pelo mosquito aedes aegypti pode estar com os dias contados. Num prazo de três anos, o Brasil terá uma vacina contra a dengue.
A informação partiu do presidente da Fundação Butantan, Isaias Raw. Segundo o responsável técnico pelo Centro de Biotecnologia é esperado que o país tenha um antídoto eficaz contra a doença no final de 2010.A vacina contra a dengue já existe nos Eua, mas ainda não foi testada. Dessa forma haverá uma parceria entre os institutos Butantan e o National Institute of Health (NIH), Adolfo Lutz e outras instituições como o as faculdades de medicina da USP e da Santa Casa para que sejam realizados ensaios clínicos, com a possibilidade da construção de uma fábrica.
A imunização da dengue será possível em quatro tipos do vírus, incluindo o que é conhecido no Brasil, o sorotipo 4. Após a realização de três ensaios em busca da melhor dosagem. A primeira esperiência será feita em São Paulo e em seguida a regiões onde há maior proliferação da doença.
A informação partiu do presidente da Fundação Butantan, Isaias Raw. Segundo o responsável técnico pelo Centro de Biotecnologia é esperado que o país tenha um antídoto eficaz contra a doença no final de 2010.A vacina contra a dengue já existe nos Eua, mas ainda não foi testada. Dessa forma haverá uma parceria entre os institutos Butantan e o National Institute of Health (NIH), Adolfo Lutz e outras instituições como o as faculdades de medicina da USP e da Santa Casa para que sejam realizados ensaios clínicos, com a possibilidade da construção de uma fábrica.
A imunização da dengue será possível em quatro tipos do vírus, incluindo o que é conhecido no Brasil, o sorotipo 4. Após a realização de três ensaios em busca da melhor dosagem. A primeira esperiência será feita em São Paulo e em seguida a regiões onde há maior proliferação da doença.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
PARATODOS
PARATODOS
A primeira década do século XXI nos mostra uma grande mudança no cenário da informação. A partir do momento em que as pessoas passaram a ter mais acesso a tecnologia, a comunicação se tornou muito mais fácil e rápida. Dessa forma, também, o mundo das notícias abriu espaço para "você" fazer sua própria reportagem. Isso pode acarretar problemas enquanto o que é realmente algo verídico ou não.A web demonstrou ser um veículo onde as pessoas podem enviar seus vídeos, textos, mensagem de voz e se tornarem o repórter da vez, além de estarem no local e tempo exato de uma notícia. No entanto, é nela que encontramos fato com informações comprometidas. O jornalismo tem como base a credibilidade da informação. Mas encontramos situações constrangedoras que tornaram até mesmo o profissional em comunicação questionado enquanto ao seu trabalho.Em suma, de fato a comunicação ganhou muito com isso. Obriga o jornalismo a ser mais fiel aos seus princípios, mas também permite que se abra espaço para a descentralização da informação, que esteve por muitos anos sob as mãos de grandes veículos apenas. E pensar que a interatividade entre um apresentador de televisão e um telespectador pelo telefone não passaria de uma brincadeira no ar. Pois é. Mudou. Surgiu a troca de informação. Agora vemos o cidadão comum participando diretamente ao factual. O risco que corremos se deve ao despreparo. Mas aos poucos, por uma questão de concepção, passaremos a rever e separar o que é jornalismo ou não.Enfim, o "poder da voz" já não está sob domínio de "poucos", mas "para todos". Que risco corremos? Nenhum, ou melhor, o mesmo que "matérias pagas", censuradas, manipuladas e ideologicamente filtradas. Em tese, ampliou-se.
A primeira década do século XXI nos mostra uma grande mudança no cenário da informação. A partir do momento em que as pessoas passaram a ter mais acesso a tecnologia, a comunicação se tornou muito mais fácil e rápida. Dessa forma, também, o mundo das notícias abriu espaço para "você" fazer sua própria reportagem. Isso pode acarretar problemas enquanto o que é realmente algo verídico ou não.A web demonstrou ser um veículo onde as pessoas podem enviar seus vídeos, textos, mensagem de voz e se tornarem o repórter da vez, além de estarem no local e tempo exato de uma notícia. No entanto, é nela que encontramos fato com informações comprometidas. O jornalismo tem como base a credibilidade da informação. Mas encontramos situações constrangedoras que tornaram até mesmo o profissional em comunicação questionado enquanto ao seu trabalho.Em suma, de fato a comunicação ganhou muito com isso. Obriga o jornalismo a ser mais fiel aos seus princípios, mas também permite que se abra espaço para a descentralização da informação, que esteve por muitos anos sob as mãos de grandes veículos apenas. E pensar que a interatividade entre um apresentador de televisão e um telespectador pelo telefone não passaria de uma brincadeira no ar. Pois é. Mudou. Surgiu a troca de informação. Agora vemos o cidadão comum participando diretamente ao factual. O risco que corremos se deve ao despreparo. Mas aos poucos, por uma questão de concepção, passaremos a rever e separar o que é jornalismo ou não.Enfim, o "poder da voz" já não está sob domínio de "poucos", mas "para todos". Que risco corremos? Nenhum, ou melhor, o mesmo que "matérias pagas", censuradas, manipuladas e ideologicamente filtradas. Em tese, ampliou-se.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007
ANÁLISE DE USABILIDADE DOS SITES
NOVAS TECNOLOGIAS II
Gregório Zielinski
Vitor Hugo Silva
Ronney G. Matheus
ANÁSILE DE USABILIDADE DE SITE
Endereço Analisado: “Cineroxy”
O site apresenta alguns problemas de atualização e designer.
1) CORES: a utilização das cores pretas e amarela não é apropriada para leitura. O predomínio do fundo preto absorve o texto o que dificulta.
2) TEXTO: não há texto ou legenda para as imagens que anunciam os filmes em cartaz. Os filmes são apresentados em banner e para obter informações deve-se clicar no mesmo.
3) CONTEÚDO: apesar de se tratar de anúncios de filmes da “casa”, o conteúdo de informações são simples e poucos para atrair o telespectador.
4) LINKS: alguns links que levam o internauta a ter acesso a sites oficiais ou trailler não funcionam, apesar de todos os filmes possuírem esse recurso.
5) NOTÍCIAS: as notícias não são muito atuais.
6) PROMOÇÕES: no menu principal essa opção está vazia.7) FOTOS: no sinopse de cada filme as fotos não aparecem.
Gregório Zielinski
Vitor Hugo Silva
Ronney G. Matheus
ANÁSILE DE USABILIDADE DE SITE
Endereço Analisado: “Cineroxy”
O site apresenta alguns problemas de atualização e designer.
1) CORES: a utilização das cores pretas e amarela não é apropriada para leitura. O predomínio do fundo preto absorve o texto o que dificulta.
2) TEXTO: não há texto ou legenda para as imagens que anunciam os filmes em cartaz. Os filmes são apresentados em banner e para obter informações deve-se clicar no mesmo.
3) CONTEÚDO: apesar de se tratar de anúncios de filmes da “casa”, o conteúdo de informações são simples e poucos para atrair o telespectador.
4) LINKS: alguns links que levam o internauta a ter acesso a sites oficiais ou trailler não funcionam, apesar de todos os filmes possuírem esse recurso.
5) NOTÍCIAS: as notícias não são muito atuais.
6) PROMOÇÕES: no menu principal essa opção está vazia.7) FOTOS: no sinopse de cada filme as fotos não aparecem.
sábado, 2 de junho de 2007
Divisão Digital
Em meio à sociedade da informação é possível observar o quanto os recursos de mídias digitais são necessários em tempos atuais. No entanto, deve-se afirmar que apenas 17% da população mundial tem acesso. A maior usabilidade se encontra obviamente em países desenvolvido, onde se encontram também as empresas que difundem para todo o planeta. Porém não há de fato uma conclusão definitiva de que a mídia digital permanecerá centralizada. Pelo contrário, uma das principais características é a descentralização do poder e nova organização da produção.
Em contrapartida, o desenvolvimento em potências mundiais não encontram o mesmo problema que países emergentes. Nestes a exclusão digital tem dados consideravelmente negativos. Enquanto os primeiros detêm de maior informação, países em desenvolvimento ainda possuem problemas como analfabetismo e fome, questões já eliminadas pelas economias de primeiro mundo. O único país da América latina que avança consideravelmente em inclusão digital é o Chile com 42% da população, seguido da Argentina.
Brasil, por mais que pareça comum falar em inclusão às mídias digitais, o país apenas engatinha. Ao mesmo tempo em que temos de lidar com a miséria e problemas na educação, o Brasil precisa seguir os passos que todo o mundo globalizado segue em maior capacitação destes recursos. Segundo estatísticas do Internet World Stats e Nielsen/Net Ratings, apenas 17% dos brasileiros alcançam seus direitos ao acesso, praticamente a mesma porcentagem de analfabetos.
Este dado é relevante quando de trata de definir o que é prioridade no país em termo de desenvolvimento. Os princípios básicos pra uma nação crescer continuarão a ser os percalços do Brasil.
Estamos, enfim, diante da situação na qual se busca uma solução a curto prazo, quando se desenvolver é algo que implica a medida a longo prazo. Inclusão digital envolve a descentralização da produção, e não há outro meio de desenvolvimento equiparado ao caminho que o mundo segue sem que os novos meios tecnológicos acompanhe. Devido à necessidade de informação e como a dinâmica tem sido exigente nos impede de subir degrau a degrau. possibilitando um futuro incerto para países emergentes. Porém podemos ainda acreditar que mudanças e inovações estão ocorrendo.
Em contrapartida, o desenvolvimento em potências mundiais não encontram o mesmo problema que países emergentes. Nestes a exclusão digital tem dados consideravelmente negativos. Enquanto os primeiros detêm de maior informação, países em desenvolvimento ainda possuem problemas como analfabetismo e fome, questões já eliminadas pelas economias de primeiro mundo. O único país da América latina que avança consideravelmente em inclusão digital é o Chile com 42% da população, seguido da Argentina.
Brasil, por mais que pareça comum falar em inclusão às mídias digitais, o país apenas engatinha. Ao mesmo tempo em que temos de lidar com a miséria e problemas na educação, o Brasil precisa seguir os passos que todo o mundo globalizado segue em maior capacitação destes recursos. Segundo estatísticas do Internet World Stats e Nielsen/Net Ratings, apenas 17% dos brasileiros alcançam seus direitos ao acesso, praticamente a mesma porcentagem de analfabetos.
Este dado é relevante quando de trata de definir o que é prioridade no país em termo de desenvolvimento. Os princípios básicos pra uma nação crescer continuarão a ser os percalços do Brasil.
Estamos, enfim, diante da situação na qual se busca uma solução a curto prazo, quando se desenvolver é algo que implica a medida a longo prazo. Inclusão digital envolve a descentralização da produção, e não há outro meio de desenvolvimento equiparado ao caminho que o mundo segue sem que os novos meios tecnológicos acompanhe. Devido à necessidade de informação e como a dinâmica tem sido exigente nos impede de subir degrau a degrau. possibilitando um futuro incerto para países emergentes. Porém podemos ainda acreditar que mudanças e inovações estão ocorrendo.
segunda-feira, 26 de março de 2007
Podcasting??
O recurso de mídia na web que possibilita a criação de uma "rádioweb" ou arquivos de áudios, o que foge da rádio convencional, com programação fechada público abrangente e presa ao tempo e ineditismo. Estes armazenamentos de arquivos à disposição do internauta, onde este pode criar sua própria grade de programação, ouvir o que quer, e colher informações da melhor forma que desejar, ainda não é conhecido por muitos, mas pode ser criado facilmente em casa, como muitos usuários e pessoas que ganham dinheiro na web.
Empresas multinacionais ou de grande porte aqui no Brasil já utilizam do PODCAST como uma forma de publicidade. Implantar a propaganda à notícia ou "noticiar a propaganda. Exemplo disso, é o site da Wolksvagem que lançou o carro Gol esportivo. Para difundir melhor o lançamento do produto, conseguir atingir o público alvo a Wolks criou na sua home um podcast sobre uma competição de surf, sendo assim possível atingir o seu público jovem e esportista mais diretamente, de modo que essa propaganda vingue despercebidamente aos consumidores. Enfim, é a empresa criando a notícia ou a notícia contada pela publicidade.
Deve recordar que o Podcast é um bom instrumento, mas não muito difundido na web ainda. Prova disso, são alguns modelos encontrados em sites que possuem audição muito longa, com o mínimo de efeitos de áudio. Alguns exemplos podem ser encontrados no site www.podbr.com. Abordar sempre temas jornalísticos com entrevistas e ótima qualidade de som são atributos que tornam o podcast um excelente meio de informação enquanto você navega na web com inúmeras janelas, uma diversidade de páginas com informações variadas.
VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE...HOJE É DIA 26 DE MARÇO!!!!
Empresas multinacionais ou de grande porte aqui no Brasil já utilizam do PODCAST como uma forma de publicidade. Implantar a propaganda à notícia ou "noticiar a propaganda. Exemplo disso, é o site da Wolksvagem que lançou o carro Gol esportivo. Para difundir melhor o lançamento do produto, conseguir atingir o público alvo a Wolks criou na sua home um podcast sobre uma competição de surf, sendo assim possível atingir o seu público jovem e esportista mais diretamente, de modo que essa propaganda vingue despercebidamente aos consumidores. Enfim, é a empresa criando a notícia ou a notícia contada pela publicidade.
Deve recordar que o Podcast é um bom instrumento, mas não muito difundido na web ainda. Prova disso, são alguns modelos encontrados em sites que possuem audição muito longa, com o mínimo de efeitos de áudio. Alguns exemplos podem ser encontrados no site www.podbr.com. Abordar sempre temas jornalísticos com entrevistas e ótima qualidade de som são atributos que tornam o podcast um excelente meio de informação enquanto você navega na web com inúmeras janelas, uma diversidade de páginas com informações variadas.
VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE...HOJE É DIA 26 DE MARÇO!!!!
segunda-feira, 12 de março de 2007
Cibercultura: aresta entre o domínio e a dominação.
Cibercultura: aresta entre o domínio e a dominação.
A sociedade conturbada na década de 60 e a juventude aguerrida e incorformada com o modo social em que vivia, onde a cultura não exercia o papel de inclusão, nem refletia o interesse de um grupo foi o ápice par ao surgimento de novas ideologias de vida. Haveria uma nova forma de enxergar o mundo, mas as conseqüências deste fato não foram medidas, muito menos calculadas.
A Cibercultura herdou da Contracultura o que a micro-informática é hoje na vida das pessoas. Se a busca por uma “liberdade” era ao principal objetivo de muitos grupos entudantis, esta meta foi alcançada e as respostas foram quase que inesperadas como qualquer revolução. O computador saiu das mãos dos poderosos donos da tecnologia e do Estado, seu monitorador. A tecnologia desceu do “pedestal” onde poucos possuíam os recursos e foi entregue a democracia.
Aos poucos a democratização da comunicação através da informática nos tornou donos de um mundo virtual aonde surgem milhões de assuntos, idéias, inovações, fatos e memórias. É um convívio que só existia na imaginação. É a imaginação à frente de nossos olhos. Porém, ao mesmo tempo que “somos” alguma coisa dentro dessa massa de interatividade e comunicação dispersa sem limites, direção, deixamos de “ser” alguma coisa. Tomamos o instrumento tecnológico que ainda é desconhecido quanto ao seu futuro, e ficamos perdidos donos de algo que é nosso dono. Somos espectros. Criaturas fantasmas que asombram, estando em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, atravessando paredes, pulando de janela à janela, visionários ou legendários deste universo desconhecido, que pode despertar ódio em alguns (causa de crimes de Internet, hackers, tédio e angustia), paixão, prazer e interatividade a outros, como também um território de conhecimento.
Perdemo-nos neste saber que não possui perspectivas reais do que deve ser ou onde deve chegar. Somos espectadores de como que somos assistidos também, afinal é nossa maneira de atingir o anonimato (personificação fictícia) e sair dele também (exposição dentro do meio).
Enfim, invadimos, acessamos,baixamos,conectamos, desconectando em milésimos de segundos ou num simples clic, sem imaginarmos que é nossa imaginação refletida sob nossos olhares atentos a tela do computador. Justamente entregue ao nosso controle, e obviamente dominante do nosso desejo, historicamente, em controlado.
VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE...HOJE É DIA 12 DE MARÇO!!!!
A sociedade conturbada na década de 60 e a juventude aguerrida e incorformada com o modo social em que vivia, onde a cultura não exercia o papel de inclusão, nem refletia o interesse de um grupo foi o ápice par ao surgimento de novas ideologias de vida. Haveria uma nova forma de enxergar o mundo, mas as conseqüências deste fato não foram medidas, muito menos calculadas.
A Cibercultura herdou da Contracultura o que a micro-informática é hoje na vida das pessoas. Se a busca por uma “liberdade” era ao principal objetivo de muitos grupos entudantis, esta meta foi alcançada e as respostas foram quase que inesperadas como qualquer revolução. O computador saiu das mãos dos poderosos donos da tecnologia e do Estado, seu monitorador. A tecnologia desceu do “pedestal” onde poucos possuíam os recursos e foi entregue a democracia.
Aos poucos a democratização da comunicação através da informática nos tornou donos de um mundo virtual aonde surgem milhões de assuntos, idéias, inovações, fatos e memórias. É um convívio que só existia na imaginação. É a imaginação à frente de nossos olhos. Porém, ao mesmo tempo que “somos” alguma coisa dentro dessa massa de interatividade e comunicação dispersa sem limites, direção, deixamos de “ser” alguma coisa. Tomamos o instrumento tecnológico que ainda é desconhecido quanto ao seu futuro, e ficamos perdidos donos de algo que é nosso dono. Somos espectros. Criaturas fantasmas que asombram, estando em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, atravessando paredes, pulando de janela à janela, visionários ou legendários deste universo desconhecido, que pode despertar ódio em alguns (causa de crimes de Internet, hackers, tédio e angustia), paixão, prazer e interatividade a outros, como também um território de conhecimento.
Perdemo-nos neste saber que não possui perspectivas reais do que deve ser ou onde deve chegar. Somos espectadores de como que somos assistidos também, afinal é nossa maneira de atingir o anonimato (personificação fictícia) e sair dele também (exposição dentro do meio).
Enfim, invadimos, acessamos,baixamos,conectamos, desconectando em milésimos de segundos ou num simples clic, sem imaginarmos que é nossa imaginação refletida sob nossos olhares atentos a tela do computador. Justamente entregue ao nosso controle, e obviamente dominante do nosso desejo, historicamente, em controlado.
VOCÊ SABE QUE DIA É HOJE...HOJE É DIA 12 DE MARÇO!!!!
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